The Art Of Persuasion (documentario - How Art made the World)


A arte da persuasão, a arte de enganar ou convencer pelo poder da arte, uma forma “bela” de aceitar e idealizar e ajudar a compor uma idéia muitas vezes, contra outras, ou ainda fazer manifestos movimentos a partir da beleza, formosura, ou das curvas (e por que não dizer Design) de objetos e obras de arte, assim também pelo estilo de bandas que movem capitais gigantescos e promovem shows cheios de “seguidores.

Desta forma também á pessoas e religiões que idolatram uma imagem mental de um determinado deus, mas na verdade a imagem foi criada por mãos humanas, o que não deixa de ser uma obra de arte, não apenas, mas feitas a partir de um ser humano com conhecimento prévio sobre o assunto, assim como á filólogos que sabem muito bem empregar palavras belas e criarem “best-sellers” ou palavras com o sentido amplo que fazem não apenas o sentido das palavras terem sentido, mas sim também terem o sentido interpretativo do leitor, algo com se aquelas palavras fossem escritas para ele, e só para ele, fazendo total sentido, logicamente a bíblia é escrita desta forma, e assim como nós da Comunicação Social sabemos, a igreja católica fez o melhor uso (e império) com suas palavras e pregações, assim criou um movimento religioso, que existe até hoje, com suas devidas variações, mantida até hoje pela arte escrita e a arte das imagens, e por que não dizer da persuasão(lavando-se em conta que persuadir não é enganar, é convencer).

Então reconhecido a arte como poder,ou o poder da arte; Pessoas imaginaram onde essa ideologia artística poderia ser empregada, principalmente na política e em algumas doutrinas imperialistas, pois as imagens tinham poder e exerciam seu devido respeito(imagens imponentes, belas,e simplesmente artísticas).

Objetos de poder artísticos também mostram poder, assim como no documentário exibido, um corpo (ossada) perto do monumento Stonehenge de o que acredita-se pertencer a algum homem da antiguidade muito poderoso ou até mesmo um rei dos tempos antigos (+- 400 ou 500 anos atrás), por possuir não penas objetos como lanças, facas e um cinto ornamentado rusticamente, mas também duas peças de ouro idênticas, que na antiguidade seriam de extrema dificuldade achá-los e ornamentá-los o que torna a descoberta de um líder, através dessas duas peças de ouro, que na antiguidade(e ainda hoje) representam poder... Prova disso são as manequins de jóias com detalhes em ouro e pedras preciosas, que apenas tem as pessoas de poder, e exibem por si só seu valor, chamando a atenção, atraindo nossa atenção não apenas pelo valor que damos para a pessoa (geralmente bonita e geralmente uma pessoa de personalidade “poderosa”), mas também reforçada pela atração da jóia, que nada mais é que, a grosso modo, parecido com o caso do homem de 500 anos atrás.



O poder artístico da antiguidade era muito influente e dezenas de civilizações fizeram e documentaram sua existencial e sua crença através da arte, Egípcios, Gregos, Astecas, Romanos... Inclusive na conquista de guerras, todos os guerreiros usavam roupas ornamentadas, representando poder e riqueza e superioridade a outros povos, porem o poder artístico e cultural não eram o suficiente para convencer outros povoas se “renderem” a sua cultura e sua crença, no caso dos romanos ao conquistarem outros povos (muitos e muitos) usaram logo a pos as guerras o convencimento através da arte, uma nova era da política e arte começava a nascer e assim a percepção de como empregar o conhecimento da arte nos povos subordinados, levando-se em conta que o povo romano era o mais rico e poderoso entre os povos da mesma época, eles já tinham o conhecimento do poder da arte, mas a duvida era como controlar esse poder, “o que estudar” essa nova forma de “filosofia de imagens” depois de algum tempo descobriu-se que o poder era a melhor forma de “dominar” e convencer era através das imagens, “a linguagem internacional das imagens” então foram feitas várias esculturas de rei imperador, imponente, inteligente, soberano, belo... Quando realmente chegou-se ao resultado desejado explorando a imagem do imperador (Alexandre), primeiramente um quadro, onde o desenho do grande imperador atacando imponentemente outro imperador, surpreso e com o terror na face... O que não passa de uma ótima propaganda e uma exibição de poder... Porem este seria apenas o começo de tudo, mais tarde viram esculturas, o dinheiro, entre outros ornamentos com o rosto do rei, onde todos o respeitavam e o temiam, e esse poder foi construído através da arte!

Qual poder “artístico” é mais influente, um rosto ou um logotipo?

Um teste empregado, em alunos de uma faculdade onde dois candidatos fictícios se manifestavam com o tema “arte para todos” usando os mesmos princípios de candidatura, uma mesma idéia, porem um deles tinha a imagem do apresentador, o outro um logotipo. O resultado foi 60% para o rosto e 40% para o logotipo. “Humanos estão envolvidos (são influenciados) com o que vêem em rostos” Isso explica por que moedas e papéis moeda tem ou tinham rostos de lideres e pessoas importantes socialmente, que já tiveram e tem algum marco na história, político ou artístico. Tem logicamente uma explicação... nossa associação com os rosto de “lideres” e sua influencia em nossa sociedade, ou seja... Nós mesmos...

Isso talvez explique o porque as emissoras de TV não usam um rosto como marca, e digo mais, um rosto não é igual ao outro (fato), porem, tem muitos traços complexos e geralmente expressam uma personalidade, não um ideal... Então essa idéia mudou... Experimentos foram feitos e imagens pesquisadas e detalhes foram aprimorados, então o logotipo entrou em ação, Reis tornaram símbolos como frente de sua dinastia, famílias criaram brasões, Legiões criaram sua marca, formaram-se paises com bandeiras, e a política tomou a arte para contar mentiras...

O logotipo teve seu valor... Empregado para persuadir, mas ainda sim é arte e não é vista como maus olhos por isso volto a dizer: Seu Design é sedutor e bonito e aceito por todos, empresas, tomam logotipos, e logotipos tornam o à idéia para cada pessoa que o conhece, por exemplo, o símbolo da rede globo... Em contra partida os que atacam e se defendem, mas usam sempre as mesmas armas, aliaz a mesma... A mídia e em geral a Publicidade juntamente com a propaganda, Isso torna-se uma guerra fria e mais nenhuma grande agencia de midia trabalha na linha da ética, a arte não é etica, nem moral. Temos o exemplo do jornalismo, tem de retratar a verdade, mas para isso, não emporta se a "imagem" mostrada é ética ou moral, apenas tem de ser retratada, seja bem ou para o mal, e uma vez na mas mãos humanas éla já é distorcida naturalmente...

Tenho certeza que já temos opiniões somente de por olhar para o logotipo, positivos ou negativos, com certeza opiniões que resultam em horas de conversa, é o poder da “marca” em nossas vidas...

The Eye of Needle(O buraco da agulha.)...(Li e gostei)


Esse grande livro de Ken Follet, “The Eye of Needle” ou o nome dado em português “O buraco da agulha” contando um suspense muito intrigante no cenário da segunda Guerra mundial, conta a história de um espião nazista chamado Faber (Die Nadel), um espião seco brutal, perigoso e patriota de alta patente militar e altíssima performance, infiltrado no território inglês, entre os anos de 1930 a 1940, retratando um pouco do como foram as estratégias do “dia D” e talvez a informação que faltou para que a grande invasão dos alemães triunfasse sobre a os ingleses(e quem sabe do resto do mundo), o livro faz com que Die Nadel fique com a tarefa de entregar uma informação de vital importância para a Alemanha, diretamente a Hitler (da qual o próprio Füher tem grande admiração e cega confiança em Die Nadel).

Ken Follet, não é escritor, ele apenas escreve em seus dias de folga e finais de semana, porem acho eu que ele tem um ótimo dom para a escrita e a descrição da história, da qual o clima em que surge com suas palavras vem á mente muito facilmente despertando muito a imaginação. Esse foi um dos primeiros livros de suspense que eu li e achei muito bom, também leva-se o fato de ler as 432 paginas em apenas 10 dias(o que para mim é muito, pois não tenho muito tempo para ler, e entender) porem essa história é muito bem contada, realmente surpreendente! Com certeza vale muito a pena ler. Esse livro faz parte de uma série de livros “Best bolso” Best Sellers em versão de bolso, ficam meio apertadinhos no bolso por causa do numero de paginas, mas valem muito a pena, também pelo preço, de R$16,00, o que é muito bom para a cabeça e para o bolso!

Faber (Die Nadel) é um enviado a Londres bem antes do inicio da guerra, por pura estratégia de guerra, e por pura astucia do próprio espião, que se disfarça muito bem no meio dos ingleses. Já no inicio da história Faber é “obrigado” a se livrar de uma possível ameaça a sua missão, que nada mais passava de uma mulher com desejos sobre Faber, que se exaltou a fazer a abordagem sobre ele, bem no momento que ele estava transmitindo suas informações para a central na Alemanha. A mulher dona da pensão, em que Faber se alojava tinha a chave de sua porta e entrou com uma roupa sexy, invadindo o quarto de Die Nadel e o beijou, porem á o choque na história, sem exitar um segundo Faber, com toda sua técnica enfia entre suas constelas e atingindo diretamente seu coração com um estilete que esconde em sua manga esquerda, causando uma morte sem gritos e sem muito sangue... Neste momento o leitor já sabe que esse personagem não tem outro objetivo a não ser seu profissional objetivo de espionar, sem manter nada vivo para contar que o viu em seu caminho, o que o faz extremamente calculista e interessante para a história.

Mas! Com esse caso de assassinato Faber é obrigado a deixar a cidade e cumprir um código entre os espiões, do qual recebe outras informações e descobre que seu “companheiro de profissão” e membro da Abwehr (setor de inteligência alemã de espionagem) está sendo seguido. Neste momento Faber recebe as informações do seu “amigo” alemão e o mata depois de receber tamanha importância da missão que lhe é dada por este mesmo, por pura estratégia, já que este não havia percebido que estava sendo seguido, e se fosse pego e revelasse a posição de Die Nadel, poderia comprometer Faber e o triunfo de seu país.

Em resumo Faber começa a ser seguido por dois contra-espiões que estavam no encalço do outro membro da Abwehr que já tinham o conhecimento de que aquele era um espião e sabiam quem tinha feito aquela morte... O assassino do estilete o mesmo que matou a dona da pensão, e reconhecem também o tipo de ferimento e forma da qual o assassino usou para matar as duas pessoas. Parkin, Goldliman eram os dois sujeitos responsáveis por este assassino que descobrem como sendo um espião alemão e assim delegando a responsabilidade de capturá-lo.

Essa história é muito boa, também a outros personagens, um pouco de amor frustração, acidentes. Se eu me desse o luxo de contar tudo aqui, estragaria o efeito surpresa do livro, Será que Die Nadel conseguiu chegar a Alemanha? Se não, onde parou? Foi capturado? Essa é a graça do livro, um ótimo suspense!!

SAUDAÇÕES A WILLI...

Amour Amour

Hoje percebi o quanto sou ciumento... Sim , quem diria... Ciumento por ter uma boa vida, viver intensamente, coisa que está acontecendo agora neste instante, aquela frase, "alguém me belisque, isso não pode estar acontecendo" agora eu entendo que esse “alguém me belisque” é pela dor que pode te trazer “devolta” para a realidade, coisa que pode te fazer se situar, o "onde eu estou..." talvez até "quem sou eu..." ou "o que eu quero..." o que eu fiz, e o quanto eu estou(ava) anestesiado... Mas e quando o beliscão dura dias e dias, e você não consegue nem dormir por causa desta desgraça... Na verdade desgraça não... Necessidade, pois de uma forma ou de outra quem pediu pelo beliscão foi seu próprio ser... Isso pode te levar a uma maldição ou uma benção...

Dói porem é uma necessidade, e quando você se deparar com tudo o que você gosta e as marcas que foram deixadas a dor vai aumentar, normalmente bem no meio do peito, como se forma um buraco negro... Também vejo que tenho um grave problema... Esse buraco negro também esta no meu cérebro, ou no meu terceiro olho... Tudo suga, mais não consegue por para fora, nem com água e sal, nem com palavras... Como já diziam os poetas alemães, "O amor te abraça com mil braços e te rasga ao meio...".

O que sempre desejei mais nessa vida era sentir meu real interior, a realidade atingir um estado máximo de consciência e por que não o estagio máximo de felicidade(O nirvana talvez!?), logicamente por si só, porem sem atropelar ninguém, talvez eu seja um código que caminhe por ai, um código do qual vou dedicar minha vida para decifrar, criar minhas hipóteses minhas teses doidas ou reais, uma viajem que vejo que tem resultado, vou encarar de frente sem medo do quanto vai doer, ou já esta doendo, porem posso estar ou não anestesiado clamando por um beliscão. Isso me recorda um livro do qual já postei aqui, Sidarta, esse pequeno livro que foi me recomendado por uma pessoa que amo e que me ama também, nessa história o personagem vive de sacrifícios, de verdades mascaradas de mentiras e mentiras mascaradas de verdades, com caminhos complexos porem reais, esses sacrifícios foram tomados e tiveram de ser tomados por Sidarta, em muitas fases da sua vida, enquanto este tinha tudo não tinha nada e quando descobriu que o nada também é tudo... que tudo que era necessário era se calar para escutar o que a natureza(“o rio”) tinha a lhe dizer. A natureza diz muita coisa, um elemento muito sábio é o tempo, este diz muita coisa, porem o tempo é muito lógico, inteiro, complexo, misterioso, ele as vezes parece previsível, porem é como um caminho "neblinoso" do qual pouco pode se enxergar a frente, porem é certo, quanto tempo isso vai durar, só o tempo vai decidir, claro nos foi dado o livre arbítrio, temos que tomar decisões e a vida sim é feita de decisões! As vezes temos que sair desse caminho para um outro caminho, também neblinoso, pois nenhum destes é certeiro, porem não é motivo para desistir, e talvez a felicidade esteja em qualquer um destes caminhos, ou talvez seja melhor parar e escutar o que seus olhos querem te dizer, sim os olhos!

Ser feliz é muito bom , a sensação é indescritível, por isso os caminhos que parecem verdadeiros podem ser os falsos, pois quem parece ajudar as vezes pode atrapalhar, assim como o ser que encontrou tal estado de felicidade e "voltou" para contar e guiar os outros... é uma atitude nobre, de grupo, porem inútil, pois a verdade não é uma só. Cada um tem suas habilidades, ninguém é igual a ninguém, este ajudante está tirando os outros do que já estão trilhando por escolha própria, porem podem ficar maravilhados com o que o ser que voltou para contar tem a tentar descrever... De nada adianta, cada um tem seu caminho, porem todos tem escolhas a fazer, ser um seguidor é uma delas... Porem para os que sabem o que querem, o real viver bem, trilham bem seu caminho, muitas vezes joga seus sentimentos, porem talvez esses pesem muito nesse longo caminho, onde esse peso pode por tudo a perder, o tempo, tempo do qual ainda nos quer dizer muita coisa, praticamente as direções de você estará escolhendo por suas escolhas anteriores, por isso o tempo tem de ser renovado, independente da dor ou o carinho que se tem pelos sentimentos que pesam muito se não administrarmos corretamente, afim de evitar muitos equívocos ou se ter a certeza que pode renová-los ou buscar novos sentimentos conforme o tempo passa, rapidamente ou vagarosamente, ou importante é viver intensamente.

O que percebo neste momento é que a natureza esta falando, está gritando e apesar de ainda estar com meus sentimentos doloridos e eu com pena de jogá-los para o alto, percebo que eles estão desgastados e vale a pena essa experiência, renovar tudo, conheço pessoas que jogaram tudo para o alto, abandonaram hábitos antigos e hoje sei que são felizes e tem uma boa vida, “Ninguém pode voltar e criar um novo início, mas todo mundo pode começar hoje e criar um novo final”... Também quero ter essa sensação, pois até agora só tive estabilidade, nada mais, isso me adormeceu por uns tempos, porem, não vejo com um olhar negativo o que passo por agora, apenas dói, mais é preciso, como já disse anteriormente, sem medo, pois é necessário... Isso pelo motivo de ter uma essência sensível, o que não tenho vergonha nenhuma de dizer! Porem sei que é só o centro de meu real ser, pois o que reveste essa essência é uma proteção bruta, é como eu ser feito de água e viver dentro de uma armadura de diamante, e é lindo de se ver, porem a água vai sempre tomar a forma das coisas, sempre! Essa é a essência... Mas também não posso desprezar a proteção que tenho, me barra de muitas coisas, também me protege... Diamante, pois é possível ver o que tem dentro mais é impossível tocar... Porem talvez um dia isso se inverta, quem sabe... Bruce Lee disse uma vez em uma entrevista que fosse deixado uma mensagem, ele disse “temos que ser como a água, pois ela toma forma das coisas, ela se adapta!”

O que é bom em certos dias difíceis é que você tem com quem realmente contar, as pessoas que realmente querem te ajudar a sair dessa ou ajudar a recuperar o que perdeu, isso é muito importante, porem só sente quem está na pele... Impossível descrever o que é indescritível, o que não tem forma nem sabor, porem é uma das coisas que precisamos para viver bem e mais (o que é cientificamente comprovado) em contra partida, uma vida de frustrações pode te matar em dias...

E a maldição continua... Parece que o coração vai sair pela boca! É como Nietzsche diz... "as pessoas não sabem respeitar o solitário" e nem valorizá-lo... Muitas vezes o solitário consegue se manter, com um pensamento centrado no seu EU, não EGO, muitas vezes se perde e atribui valor a outra meta é ai que ele se esquece do EU e se dedica 100% ao EGO o que é um grande erro... Várias coisas tem de ser concertadas, o solitário é sempre um solitário, mesmo acompanhado este não larga sua essência, jamais nem em sonho... Se as coisas forem contra sua forma de vida, de ver a vida por assim dizer, este se moldará novamente a sua forma solitária (o que não é um regresso).


Agora tudo está resolvido... Todos perguntam "Porque", Porque motivo, a resposta é seca e curta... "Por que tinha que ser assim.". Assumidamente sou muito sensível para muitas coisas na minha vida, uma delas é me apegar as pessoas que estão a minha volta, tratá-las bem, querê-las bem... Jamais abandonei este "habito" é difícil eu dizer não para uma possível ajuda esta escrito nas entrelinhas, é o caminho que estou, porem posso mudar... Mudar é evoluir...

Designer para quem não é designer / A visão que outros não tem


“Designer para quem não é designer” é um livro recomendadissimo por muitas pessoas da das áreas de criação( Publicidade/ Comunicação Visual ) e Designer. A autora Robin Willians, faz comentários ótimos em seu livro com uma linguagem informal, porem séria e aprofundada no assunto. Em 4 conceitos básicos do Designer que são : proximidade, alinhamento, repetição, contraste ela alem de dar esses princípios básicos também aplica estes conceitos em cartões, flyers, sites etc. O que é muito bom, pois já pode-se ter uma noção de como você vai fazer sua mídia realmente chamar a atenção, alem de muitas outras dicas como fontes, serifadas , não serifadas; cores, tamanhos, formatos. Como publicitário(ainda em formação) não pude deixar de comentar sobre este fantástico livro, que logicamente recomendo a todos!

A parte que mais me deixou pensativo neste livro foi o 1º capitulo, por que? Porque nele a autora da um ótima noção do poder de que se tem quando se tem o conhecimento sobre as coisas da vida, um algo como se você tem conhecimento pode gerar sabedoria, na minha concepção achei fantástico. Farei aqui uma citação dessa pequena introdução do livro, que pode ajudar muito e clarear algumas ou outras duvidas que você possa ter, não apenas sobre Designer:

“Este pequeno capitulo explica os quatro princípios básicos gerais. Cada um deles será abordado nos próximos capítulos. Mas, em primeiro lugar, gostaria de contará uma pequena história que me fez perceber a importância de se poder dar nome as coisas, já que a nomeação desses princípios é a chave para controlá-los.
Há muitos anos recebi um livro de identificação de arvores como presente de Natal. Estava na casa de meus pais e depois de todos os presentes haviam sido abetos decidi sair e identificar as arvores da vizinhança. Antes de sair, li uma parte do livro. A primeira arvore era a iúca, pois, para identificá-la, só eram necessárias duas pistas. Ora, a iúca tem uma aparência realmente estranha. Olhei para a foto e pensei: “mas esse tipo de árvore não existe no norte da Califórnia. Ela é diferente. Eu saberia se já tivesse visto uma antes” Pequei meu livro e saí.
Meus pais viviam em um condomínio fechado de seis casas. Dessas seis, quatro tinham iúcas em seus jardins. Vivi naquela casa durante 13 anos e nunca tinha visto aquelas árvores.
Caminhei pelo quarteirão e imaginei que na época em que os proprietários estavam fazendo os jardins de suas casas, deve ter havido alguma liquidação : pelo menos 80% das casas tinham iúcas. E eu nunca havia visto uma antes! Passei a vê-la em todos os lugares. Esse é o x da questão; é onde eu queria chegar: o fato de podermos dar nome a algo significa que estamos cocientes de algo... temos poder sobre ele... nós possuímos e estamos no comando.”

Filosofando um pouco... Parando para pensar um pouco vamos achar o y da questão (x por y já se tem uma idéia da onda) se não tivermos conhecimento prévio sobre determinado assunto seja ele qual for, não vamos entender nada, isso explica o por que os professores não conseguem exercer bem seu papel como profissionais, ou seja seus alunos ficam “boiando” nas aulas porque não tem base para sustentar a informação nova em sua mente. Já adianto que estou lendo (aos poucos) um outro ótimo livro que não tem nada a ver com esse assunto mas é tão bom quanto esse livro é o “código da inteligência” de Augusto Cury, nesse livro ele fala o por que bloqueamos certas informações em nossa mente, sim bloqueamos, e não vai adiantar nada apenas querer, “aprender na marra” vai decorar, mas ai entra um conhecimento publicitário, uma boa “propaganda” fica no máximo 10 dias na mente de uma pessoa, fica “fresca” por 3 dias depois cai... e ai... aprendeu... acho que não... Ai entra uma regrinha do Designer a repetição ,o reforço, a idéia fixada na mente do ser, por exemplo: Você acha que Newton teria descoberto algo sobre a gravidade só por que uma maçã caiu na sua cabeça? É lógico que não, não sem uma preparação a base “knowledge” , os conceitos na cabeça, como nossa escritora saberia que a iúca estava presente na sua vizinhança sem o conhecimento de que aquilo exista, tinha um nome e assim ela pode não apenas dar um nome, mais sim nomeá-la na sua mente, apresentá-la para sua mente, ai entra um pouco de cultura, se acho que já disse isso por aqui, porem, prova mais uma vez que se nos fecharmos para outros tipos de conhecimento, vamos nos dar mal no final, no mínimo vamos sair menos sábios, já que não teremos um conceito já formado sobre um assunto que pode ligar a um outro, e assim há a possibilidade de falha no aprender ou enxergar o real e mais, progredir nele, descobri-lo. No caso Newton estava com um pé atraz da gravidade, a inteligência também recua um pouco (segundo o “Código de inteligência” de Augusto Cury) podemos bloquear muitas coisas da nossa realidade, e assim nos complicarmos um pouco mais... Voltando ao Newton se ele fosse um designer ele se preocuparia, ou estaria preocupado com a força da gravidade? Ele pode ter até um insight, no máximo, mas não saberia como manipular essa informação, e a gravidade sem o conhecimento, não seria descoberta com ele, quem sabe uma outra pessoa, provavelmente uma cientista, ou um designer com conhecimento prévio. Assim como a descoberta da penicilina, segundo o que conta a história Feming “deixou” que fungos contaminassem uma colônia de bactérias, mas e ai... se ele não tivesse feito experimentos, pesquisas, tivesse vontade, criatividade, conhecimento, vontade, entre outros atributos , jamais ele teria “enxergado” essa como solução para fins medicinais...

Por isso é legal e importante ler um livro fora do seu ciclo de livros, escutar musicas novas, estilos novos de musica, revistas fora da sua área, ler aquela parte do jornal que não te interessa muito, se você apenas gosta de filmes de terror, por que não pega um romance ou uma comédia para variar, eu garanto que se você entender ou estiver pronto entenderá o que estou dizendo, assim vai ver o mundo com outros olhos.

Bom citei esse livro, mais por causa dessas partes, mas se você está interessado compre-o vale muito a pena, com certeza, lógico se você trabalha com Corel, Photoshop, é Designer, é um livro básico de prateleira, ainda mais se gosta de fazer panfletos ou gosta de fazer divulgações ou trabalha com isso é ótimo para ter uma idéia e despertar a criatividade!

... Sobre o livro aqui não escrevi muita coisa, se não sairia um pouco do padrão do blog... filosofar é necessário... criar também se for criar crie algo legal e chamativo, muitos irão gostar, e esse livro pode ajudar muito.

Schopenhauer Educador


Este livro é o mais curto da Biblioteca Nietsche e talvez seja um dos menores da coleção Grandes Obras do Pensamento Universal, porem muito rico em informações e pensamentos de diversas visões do verdadeiro espírito sábio que não ronda as pessoas de hoje em dia. Também propõe uma critica ao sistema adotado como educação de básica e fundamental e docente.

O que levanto já de cara, é que esse sistema do qual Nietzsche critica, o todo educacional, é uma critica também ao estilo de vida das pessoas, o que ele critica no livro é a educação alemã, o que me deixou muito intrigado; pois mesmo tendo tradição educacional, ou, que não é muito diferente da proposta (e apenas proposta) na educação brasileira, ou melhor, aqui é uma cópia mal feita dos modelos difundidos no ocidente no sentido de educação , copiado e ou imposto, apenas um modelo para a massa social, da qual não esboça qualquer reação ou resistência.

O que Nietzsche comenta em seu livro é que a idéia e o plano de Schopenhauer, não visto pela sociedade atual, abstraída nos confins do universo, o plano e a idéia de que o gênio é criado, não desce a terra mandado por um deus ou entidade parecida, este deriva primeiramente de sua educação, seu contato com o mundo, ou melhor sua forma de ver o mundo, a forma certa não a errada, ou não ver o mundo como todos a vêem como formas limitadas e quadradas em relação ao espaço em que elas ocupam e suas possibilidades, este ser está acima de qualquer idéia do que temos de poder ou desenho mental de superioridade, como Políticos, Filósofos, Sábios, Pastores, Padres e Cia. ilimitada... Esses estão abaixo do gênio ou o solitário de espírito livre.

Um ser do qual Nietzsche deixa não claro em seu livro sobre essa perspectiva de gênio “Mas vemos sempre reaparecer algum semi-deus que suporta viver como vencedor nessas condições assustadoras. E se quiserem ouvir os cantos da solidão, escutem a musica de Beethoven.”(Shopenhauer Educador, pg.36) Referindo-se mais tarde que a situação para se chegar a esse patamar de absorção de informação (não é a palavra mais indicada aqui, mas trata-se de exprimir o que há por dentro e absorver o que há por fora [por isso Beethoven, pois sua musica expressa seu “real” sentimento interno, tudo o que ele exprimiu de dentro de si em notas musicais, indescritível ! ]), ou captar esta essência de um gênio genuíno. O melhor a se relacionar com isso é que não é necessário ter nascido em um berço de ouro, mais ter uma base de cultura (com essa palavra devemos tomar cuidado também) e saber abrir os olhos para o mundo, ver e buscar independente do caminho a sua filosofia.

Porem o que Nietzsche diz é que o homem segundo Schopenhauer é um ser iluminado, envolto pelas luzes do saber, aquele que tem presença e compreende tudo a sua volta sem se preocupar com os estereótipos e formatos que o mundo gera, inclusive condena a moda, ou melhor os três M (que em alemão essa frase fica melhor, rima mais...) Momento presente, as Maneiras de pensar, e a Moda.”(Shopenhauer Educador, pg.75), tudo isso atribuído, ou melhor copiado do jeito francês do qual Nietzsche comenta ser um péssimo povo para se “espelhar”, uma outra frase que deixo e evidencia nesta mesma frase é um parênteses de Richard Wagner (O caso Wagner - Nietzsche)”O alemão é áspero e desajeitado quando quer mostrar sua gentileza, mas é sublime e superior a todos quando pega fogo.”. A cultura alemã felizmente é a mais completa em relação a outras, tem suas bases gregas que servem de colunas rijas para segurar e assegurar o conhecimento, da qual é base para muitos pensamentos de hoje em dia, pois trabalham como uma espécie de formula, para resolver problemas, porem o mais importante é entender essas formulas e sua lógica.

De nada adiantam essas minhas pobres palavras, elas não fazem aparecer esse homem do qual Shopenhauer por tanto deve-se buscar esse ser dentro de nós mesmo, não duvidando tão pouco temer se tornar um outro ser um ser melhor... se não tem um inicio leia o livro, Nietzsche ou Schopenhauer, é um ótimo começo, eu garanto.

Der Antichrist - Nietzsche


Após investir na biblioteca Nietzsche comecei a ler este livro antes que todos os outros, por pura curiosidade, pois não sabia que o autor tinha uma obra publicada com esse tema, tão pouco sabia que era contra tal “doutrina” espiritual, da qual Nietzsche se revela totalmente contra, o cristianismo, não apenas essa, porem essa é especial!

O titulo original do livro não é apenas”O anticristo” o titulo em alemão é “Der Antichrist – Flusch auf das Cristentum” ou traduzindo “O anticristo -(a) maldição sobre o cristianismo ” uma das possíveis traduções.

Nietzsche não deixou uma só palavra oculta em relação ao cristianismo, da qual afirma e prova todo o envolvimento da religião no contesto psicológico e histórico (a parte que ela não conseguiu ocultar), pois na época do cristianismo quem não era cristão não “durava” muito. Foram feitas inúmeras guerras em nome de um deus, providas pelos papas da época, homens estes que tão pouco sabem o valor da vida, mas estão dentro de seus castelos altos com dupla proteção ou até tripla, a do povo a do Estado, e de deus, esse ultimo, segundo Nietzsche, criado apenas uma imagem reciclada de uma história mal contada por homens, simples homens, que de tão fanáticos fecharam seus olhos para as coisas reais da vida... O cristianismo busca criar a ilusão e a confusão na mente das pessoas, a fim de se protegerem e buscarem a vida eterna, sim a vida eterna! E me permitam a palavra, queiram se tornar estrelas, e por que não pop-stars do mundo ocidental. Com talvez a maior mentira já criada na face da terra, a que mais vingou (no sentido figurado e não!), matou, condenou e perseguiu todos aqueles homens sábios cheios de vocações para a ciência, a pesquisa pela vida, sem esse temor ao “deus” cristão, do qual muitos tinham medo e foram obrigados a se converterem, esses sim por necessidade vitalícia, de toda a sua família e seu povo, esse é um dos motivos de guerras vencidas pelos cristãos, criar e propagar sua idéia e criar (fazer!) seus “irmãos” e fieis segundo a vontade do padre... ou do papa... opa... perdão, deus... é claro.

Apenas uma mera ilusão criada pela igreja na época da qual pessoas foram massacradas assim como foram massacradas e perseguidos os judeus na era de Hitler, perseguições e mortes aos extremos. O preço pelo que o “povo” paga para a igreja limpar sua história mal contada, que em suma, é muito mais caro que os dízimos feitos a mesma “instituição”. Alias, Nietzsche comenta o envolvimento dos judeus nessa historinha!

A igreja não aceitava ou aceita qualquer tipo de verdade a não ser a sua, ou seja ela era ciumenta, mandona, pessimista de forma a não pensar no progresso a secar a “engrenagem” na cabeça das pessoas, e por que não dizer “secar os olhos” da qual apenas ela tem o colírio, “á venda”. Afim de apenas a repetição, não a evolução das coisas, para apenas se manter no poder, tudo é como seu deus criou, por que ele quis e por pura bondade, sem explicação ou resposta palpável de entendimento. ”Bendito é aquele que acredita sem testemunhar”(ou coisa parecida), esse é um dos pregos presos nos pés das pessoas, que lhes atrasam o pensamento lógico e passam para o pensamento mágico. Condenam, causam dores e sofrimentos, pois desprezam totalmente a inteligência, a ciência e a realidade do mundo, tudo é vontade de deus... E nada e nenhuma hipótese aceita se não essa, mesmo que seja provada, se tal hipótese veio por meio do conhecimento foi por que deus quis assim, o que não faz o menor sentido. Agora ela está se adaptando, já “aceita” a ciência, reza para a criação de novos remédios, pois antigamente dizer que a terra era redonda era questão de morte, qualquer questão darwiniana é uma questão de morte, tudo apenas para se moldar ao estilo de vida moderna, se a moda é vestir jeans ela veste jeans... ouve aquele tempo em que TV era coisa do demônio (não que não seja) mais a história mudou e ela se adaptou, hj quem diria o papa tem seu próprio canal no Youtube, afinal não é tão ruim assim, e é uma excelente propaganda... vestiu jeans...

Uma das passagens da qual Nietzsche frisa é a do inicio da bíblia: deus criou o mundo a vida e também o homem, do qual fez um experimento: colocou-o num lugarejo arredondado e gigantesco e deu a este homem o “livre arbítrio” porem este animal não tinha uma companheira, assim como os outros tinham. Então deus deu a esse também uma companheira, esta mais tarde seria a ruína de deus, pois, mais tarde induziria o homem a comer o fruto da arvore proibida (a arvore do conhecimento), do qual poderia pensar e criar seus próprios métodos de vida, sem o julgamento de deus e estar subjugado a ele, e deste modo deus “deu um tiro no próprio pé” pois criou um ser do qual poderia equivaler-se dele, poderia disputar com este (mais tarde), então abandonou os dois seres do qual tinha criado, pois não poderia jamais destruir uma criação sua... então estes seres ficaram ilhados neste mundo do qual eles próprios chamaram de Terra... do qual até hoje fazem do mundo o seu mundo. Então entra a questão darwiniana... será que foi bem assim? É não ver pra crer (esse será bendito ou ?????)?

Eu não sei por que, mas as vezes muitos seres humanos tem medo de dizer ou vergonha de dizer, que, vieram do macaco ou do “lodo”. Certa vez escutei um comentário em uma conversa, na qual sou fã porem não gosto de estar no meio dela, pois geralmente não da muito certo, “Então você veio do macaco? Eu vim de deus!” Bendita seja esta criatura!!! Mas, se tudo está provado, em matéria de física química ou seja lá a questão, por que negar uma coisa como a evolução. O problema é que há uma barreira mágica contra a evolução aqui, este “estão brincando de deus por aí” é uma enorme barreira psicológica, assim como robôs e cyber ciências estes mais aceitos (pois geram conforto, e segundo o as idéias cristãs , são de criação do homem) do que as ciências biológicas que criam ovelhas (da qual é apenas o inicio para curar doenças e “refazer o homem”), ou talvez isso não esteja nos planos escritos no livrão? Ou seja talvez um meio de tirar as “ovelhas” do rebanho e conduzidas para a “ovelholandia” onde não existem lobos maus e a realidade é plena, vive-se bem sem os medos impostos ao nosso ser, para aqueles que neste rebanho sentiram a náusea, sentiram a realidade “chamar” de algum modo, talvez tenham pego um caminho no qual os conduz ao caminho mais correto e nesta história toda a simples rebanhada de ovelhas podem se tornar homens(ser humano / valido para mulheres também, outro ponto do qual o cristianismo faz questão de esquecer).

Alias antes de concluir, já estou lendo um outro livro da coleção, que logo postarei aqui, neste livro (Schopenhauer Educador), Nietzsche cita em uma parte deste livro uma idéia da qual um homem se ilumina com o conhecimento, a educação, a filosofia infinita que flui deste ser. Todos nós podemos sentir isso (alguns mais outros menos ), aquelas pessoas que tem presença, a que todos olham, desejam até tocar, conversar e ter ao lado, mesmo que para expor suas idéias, pois seu julgamento é muito importante para a pessoa, a qual tem a verdadeira alma ou aura do conhecimento, elevada e é rodeada por ela. Com certeza essa pessoa não é alguém com pouca instrução, sabe o que faz, tem uma vida “boa” ou feliz, é sincero com os outros, e justo consigo mesmo é ligado ao ser nível 7 do post “Níveis da humanidade” ou próximo disso, esta é a meta, essa é a elevação, é com isso que Nietzsche se preocupa, estou dando este exemplo, porem palavras não são nada, como disse no meu post anterior, “Sidarta” que atingiu o “nível 7” com determinação, viu a maior das doutrinas bem a sua frente, porem não era aquele seu caminho. Pois por mais que o livrão tenha palavras que nos façam refletir sobre a vida e ás vezes nos de tapas na cara, por que fizemos algo errado “pecamos” ou outro motivo, não é a verdade absoluta, ensina, mais não transmite a emoção de quem as escreveu, por isso volto a dizer, são apenas palavras e nada mais. É como descrever as cores a um cego... Ele pode ficar maravilhado, iludido, confuso, receptivo, atencioso, mais é a verdade, esta cegueira tem cura!

Conclusão, não sou o anti-cristo... sinto muito, se você leu até aqui pensando que sou, perdeu tempo; ou não, depende de você e mais ninguém. Alias tão pouco Nietzsche era, para os cristãos e crentes, sim! Porem este homem apesar de ter escrito um livro sobre este tema há 100 anos (o que acho surpreendente) ele mesmo se preocupa muito com o lado espiritual do ser humano, o conhecimento, e eu também. As idéias bateram, a linguagem foi a mesma, por isso me apeguei tanto ao texto, por horas e horas, fiquei instigado. Esse livro não gera o rancor em quem o lê, é apenas o outro lado da moeda da qual os outros não querem ver; a realidade dói, mas é melhor sentir a dor do remédio sobre a ferida, do que ela pode potencialmente se transformar.

Biblioteca Nietzsche


A alguns dias atrás tive a curiosidade, para não dizer o estimulo, de ler um certo livro por pura curiosidade, ou quem sabe até por puro impulso... Na verdade vi o titulo do livro e não sabia que este autor tinha escrito algo do gênero, este livro chamava-se O Anticristo, de Nietzsche. Quando o vi achei fascinante, alguém com tamanha sabedoria e inteligência escrever algo com tal tema, pareceu muito bom, esse livro tem um tema que me interessa muito, a religião(a instituição) como alvo de desmistificação.“Cocei a mão” para não comprar um na mesma hora, então fui até a internet para consultar preços e uma possível compra. Eis que encontro na editora Escala, a coleção completa do autor, intitulada “Biblioteca Nietzsche” com todos os títulos da “biblioteca” escrita por Nietsche mais um livro de La Rochefaucauld, o filosofo favorito de Nietzsche (segundo a propaganda no site, logo postarei aqui se é ou não), ao todo eram 17 + 1 livros.

Então logo comprei a biblioteca inteira, desconfiei por alguns instantes e até conversei com uma atendente on-line que me tirou algumas duvidas, algo como: se tinham todos os livros disponíveis e outras perguntas do gênero, a única que não sabiam me responder era sobre o papel (o tipo de papel), bom, isso se for ver bem não interfere em nada na compra o que importa é a tradução e conteúdo dos livros. Pois bem, comprei os livros, já adianto que o site (a editora) é muito rápido (a) na entrega, no dia seguinte após o pagamento já recebi os livros.

Então expressar aqui minha opinião sobre os livros, qualidade, pontos negativos e positivos.


1- Qualidade de conteúdo; os livros em conteúdo são realmente muito bons, baixei até mesmo alguns para conferir (os originais, estão disponíveis na cessão de links nos livros de alemão, ou logo aqui:[http://virtualbooks.terra.com.br/freebook/freebook_alemao1.htm], lembrando que qualquer obra torna-se publica depois de 60 anos da morte do autor (ou seja... você paga a tradução, a editora faz isso!).



2- Qualidade de Materiais; A capa é de papelão fino, semi-rigido, as folhas de papel cinza fosco, realmente não é como aqueles que são impressos no papel branco liso (que em geral são um pouco mais caros) ou os lisos brilhantes (mais caros ainda[ me recordo de pagar quase o preço dessa biblioteca inteira em um único livro de +-250 paginas coloridas com papel liso brilhante]) ou seja essa biblioteca está com uma qualidade muito boa, sem contar o nível de informação.



3- Preço; o preço por livro não vou divulgar aqui, pois, pode alterar mais para frente, mas vamos por uma estimativa (por volta de R$90,00), no final é mais barato que comprar todos os livros um a um, e sinceramente achei mais caros em outras editoras, comprando aleatoriamente de editoras aleatórias ficariam mais caros, por exemplo, “O Anticristo” encontrei por R$15,00 só o livro, levando em conta que a biblioteca tem 17, a compra poderia sair mais cara, sendo que o anticristo tem 137 paginas e é um dos mais curtos da biblioteca, em suma vale a pena (pois o conteúdo é o mesmo, apenas a qualidade material é um pouco inferior).



Em suma, compensa muito, por varias partes essa biblioteca, e outras mais podem ser encontradas no site da editora; e melhor que comprar direto da editora, é um pouco difícil, já que o material é de confiança, e é bem acessível. Faço esse comercial(testemunho) pois achei muito positiva a forma em que os livros vieram, logicamente antes de compar algo, principalmente pela Internet é bom buscar algum tipo de informação antes, bom de qualquer forma aqui está.